“Eu sabia que, no fundo, iria sentir falta.
Eu não me importei. Não mesmo. Juro. Mas você era minha. Muito minha. Eu não sou possessivo. É que você, sei lá. Era você. E me tinha tanto que doía. Doía tanto que eu nem sentia. E de tanto não sentir, eu ignorei. Ignorei a dor, mas esqueci de te ignorar. Só que eu devia deixar você. Devia deixar o sentimento ir. Então eu fingi. E de tanto fingir, eu me acostumei. Eu sabia que, no fundo, iria sentir falta. Mas eu não me importei. Não mesmo.”
“Eu tenho 99% de certeza de que ele não gosta de mim. Mas é esse 1% de possibilidade que me mantém assim, tão firme.”
“Sabe quando a palma da sua mão fica suada, o seu coração acelera, sua voz fica presa parecendo que você é mudo? Sabe quando você não consegue se manter longe de uma pessoa, a ponto do seu coração ficar bem apertadinho dentro de ti como se ele fosse minúsculo? Sabe quando você quer continuar com essa pessoa por que uma cegante e incompreendível mistura de dor, conexão e saudade te puxa pra perto dessa pessoa, e te segura lá? Sabe quando você conhece todas as imperfeições de uma pessoa, e mesmo assim o acha perfeito(a)? Ou quando você já não consegue ficar sem falar com essa pessoa, e quando falar com ela não é possível, você fica com aquela dor muito forte que parece que seu coração se despedaçou e nada pode unir os pedaço? Pois é, você está amando essa pessoa, e é esses sintomas que ultimamente ando sentindo.”